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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Resumo do filme "O nome da Rosa"





A história do filme “O nome da Rosa” ocorreu no ano de 1327(Séc. XIV) em um mosteiro Beneditino Italiano. Neste mosteiro havia uma biblioteca que guardava pergaminhos e livros com textos científicos e filosóficos, que eram considerados proibidos. A chegada de um monge franciscano que se chamava Guilherme foi designada para investigar várias mortes que estavam ocorrendo na abadia. O ato intrigante é que os mortos eram encontrados com a língua e os dedos roxos. No decorrer da história do filme, o franciscano Guilherme descobre que os mortos haviam manuseado um determinado livro que é o livro da comédia.

O livro cuja tinta utilizada para escrevê-lo, estava envenenada, e foi escrito pelo filósofo Aristóteles onde enaltecia o riso, o venerável Jorge dizia que o riso deformava o rosto, e que por isso os homens ficavam  parecidos com macacos ou outra coisa semelhante. O acesso a este livro era restrito, porque era considerado como uma ameaça a doutrina dogmática, falava que o com isso ofendia profundamente a Igreja Católica cristã. A comédia era vista como uma forma
de fazer com que as pessoas perdessem o temor a Deus e, portanto, faria desmoronar todo o poderio Cristão
A expressão nome da Rosa foi usada na Idade Média significando o infinito poder das palavras. Ou seja, a verdade que existe nelas, onde o filme nos repassa que sempre devemos procurar o conhecimento das coisas.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Reflexão sobre o filme Tempos Modernos - Charles Chaplim

No ínicio da Revolução Industrial, as máquinas substítuiram várias ferramentas e eliminaram algumas funções antes exercidas pelos operários, milhares de camponeses mudaram-se para as cidades em busca de emprego nas fábricas pois grande parte do trabalho artesanal foi substítuida por elas, onde a maioria dos trabalhadores passaram a migrar para a zona urbana em busca de melhores condições de vida.
Os industriais para desenvolver suas empresas queriam liberdade econômica, mão-de-obra barata para trabalhar nas fábricas, e ampliação dos mercados consumidores. Com o objetivo de aumentar os lucros, o empresário pagava aos operários sálarios muito baixos. 
Os sálarios dos trabalahores eram tão reduzidos que para a própria sobrevivencia da família do operário, até as mulheres e crianças eram obrigadas a trabalhar nas fábicas , desse modo os trabalhadores vendiam a sua força de trabalho por um sálario míseravel  nesse tempo os trabalhadores estavam mas preocupados em apertar os parafusos e martelar do que garantir a qualidade daquele determinado produto. As condições dos trabalhadores eram precarias pois trabalhavam mas de quinze horas por dias.
Portanto a Revolução Industrial trouxe muitos benefícios para a sociedade, relembrando que naquela época trouxe apenas benefícios para à burguesia, uma vez que os operários daquela época nã tinham a menor condição de ter uma vida digna pelo fato de serem explorados, e não terem vez na sociedade, com isso só lhe restavam vender à sua "força de trabalho".

segunda-feira, 6 de maio de 2013

O que significa dizer que vivemos em uma sociedade de consumo?


 Boa tarde gente! estou mas uma vez aqui, falando sobre um assunto, que gosto bastante e espero que voces gostem também!!!
Nós já ouvimos muito falar, que, atualmente somos mais consumistas do que antigamente, “que o ter é mais importante do que o ser”, isto é, possuir objetos importantes aos olhos dos outros faz com que nos tornemos igualmente importantes, mas aceitos ou invejados, não pelo que somos, mas pelo que temos ou, em outras palavras, pelo que consumimos.
 Mas será que sempre foi assim, ou se trata de uma característica típica da nossa época?  Bom uma idéia, sem muita discussão, é a de que o consumo tem um determinado objetivo à satisfação das necessidades de nós seres humanos. Mas, quais seriam as nossas necessidades? Dizemos que precisamos comprar feijão, arroz, café, açúcar, mas também dizemos que precisamos trocar o modelo do nosso celular. Acredito que vocês já tenham ouvido falar algumas vezes, que certas pessoas costumam gastar dinheiro com coisas supérfluas, isto quer dizer que não são de grandes necessidades, e que por isso seriam pessoas fúteis.
Todos nós temos necessidades de consumir para viver, sendo assim, nós seres humanos, precisamos respirar matar a sede e a fome, ou seja, consumir ar, água e comida, mas também necessitamos de roupas, pois não temos como os outros animais, recursos naturais para nos protegermos das variações climáticas. Justamente por isso as nossas necessidades começam a diferenciar das de outras espécies. Não temos uma única maneira de nos vestir, para isso compramos roupas sapatos, objetos de enfeite, entre outros.
Portanto, possuímos essa capacidade exclusivamente humana, de transformar o mundo e, para isso, criamos instrumentos, objetos, ferramentas, enfim, objetos para que possamos fazer coisas que não conseguiríamos usando apenas os recursos de nosso corpo. Mas também temos necessidades não materiais, pois necessitamos também de carinho, amigos e tempo para o descanso.

domingo, 5 de maio de 2013

O "Gênero" como construção social das diferenças sexuais


Boa noite gente, hoje vou falar sobre um assunto bastante interessante espero que vocês gostem!!!

Sabemos que o gênero vai alem dos fatores biológicos, certamente a própria composição hormonal difere nos corpos femininos e masculinos.
Com isso os fatores biológicos e psicológicos têm relevância social apenas quando ganham um significado socialmente aceito e difundido. Um exemplo muito comum ou o que me convêm dizer clássico é a maternidade, o primeiro brinquedo que uma mãe da para sua filha é uma boneca, e por qual razão não dar um boneco ou até mesmo um carrinho? Bom, é por que vem de nossas culturas que nos impõem os traços psicológicos, ou seja, se minha mãe me diz para brincar de boneca é porque isso foi repassado por sua mãe e por gerações, e com isso repassou para mim, desse modo criou-se uma regra da sociedade. Outro bom exemplo são os afazeres domésticos, onde a própria mãe está sendo machista, pois sempre entrega os afazeres de casa na mão de uma filha como, por exemplo, lavar roupa, varrer  casa, lavar a louça, entre outros. Enquanto os homens ficam somente com os trabalhos braçais.
Um bom assunto bastante vivido e muitas vezes nem se percebe são os valores morais, um homem  mantêm relação  com varias mulheres ao mesmo tempo e fica conhecido como “garanhão”, ”pegador”, entre outros, diferente da mulher que se fica com vários homens está com fama de “piriguete”  ou “mulher da vida”, desse modo a sociedade está sendo hierarquizada, porque se o homem pode viver do seu modo de ser por que a mulher não pode? Será que é porque vivemos em uma sociedade onde se ditam regras e se devem cumprir?Sim, pois se não cumprirmos as regras seremos rotulados.
Contudo é possível pensar como as imagens de masculinidade/feminilidade vão se constituindo mutuamente de forma a criar a hierarquia de gênero, como exemplo a posição do pai diante da ponta da mesa e seus filhos e a mulher ao redor, mostrando que ele está no “comando”.
Por outro dizemos que avançamos muito perante a sociedade, e estamos modernizando cada vez mais, onde a mulher conquistou o seu espaço, um bom exemplo  temos uma mulher como Presidente do nosso país, outra é a Presidente do Boi Bumbá Caprichoso, pois não somos mas vista como sexo frágil, embora saibamos que ainda existem muitas pessoas machistas no mundo, continuamos progredindo.
Portanto, tratar de gêneros não implica somente em falar de dilemas sociais vividos pelas mulheres, falar de gênero é falar da construção social dos pares femininos e masculinos. Se por um lado, os valores e as imagens ligados ao feminino e ao masculino estão fortemente relacionados, por outro, as definições de masculino e feminino estão dispostas em forma de Hierarquia que tendem, em geral a desprivilegiar as mulheres.